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Sustagen

Posted by petlenep em maio 14, 2005

Eu sei, eu sei que passei uma semana inteira, de sábado a sábado sem atualizar. Foi mal, pô! Tá foda pra escrever. Mas aos que gostaram da rabiscada anterior, a da prega glútea, fica a informação de que agora o Alberto, professor da academia e avaliador da prega da galera, passou a saber da existência desse blog, no qual ele já foi até personagem, e levou tudo na brincadeira. Inclusive ele deixou um comentário na referida rabiscada. Valeu, camarada!

Bola pra fente, nessa semana SPCinho e eu fomos no supermercado. Chegamos ao caixa e a senhora que trabalha no caixa estava passando ainda as compras da senhora à nossa frente. Terminada as mercadorias da senhora, começou a passar a nossa. Muito bem, entregou a nossa nota com uns itens que a gente não comprou. “-Ih, essas coisas não são nossas, não.” “-São sim, ué, vocês é que trouxeram”. É que a senhora da nossa frente passou algumas mercadorias, saiu pra buscar mais coisas no mercado, e a caixa começou a passar as nossas compras. Ficou aquela confusão, é-seu, não-é-e-não-pago, e no meio dessa breve discussão, me voltou a madame que comprava na nossa frente, amarradona, “como se não fosse nada” (Herbert Vianna): “-Oi, voltei, vim pagar minha conta.” Hrrrr…..

Confusão desfeita, fomos à farmácia, que é ao lado do mercado. Quem é leitor habitual, já sabe que tem um balconista zé-graça nessa farmácia (lembre o caso). Pois muito que bem, eu ia apenas comprar uma lata de Sustagen e um desodorante e Victinho ia pagar no cartão. O cartão não passava. Tentava, tentava, a máquina não respondia. “-O sistema caiu”. Manda chamar a gerente. Vem ela, dá uma verificada no fio da rede e milagrosamente a máquina volta a funcionar. Porra, mermão, o vendedor não sabe que o fio tem que estar plugado pra maquininha funcionar? Ok, depois de mais este contratempo, fomos pra casa.

Depois de resolver toda minha vida, jantar e tomar banho (é, a ordem é esta), fui procurar meu novo desodorante. Cadê? “-Você pegou, Victinho?” “-Eu não. Você por acaso esqueceu?” Putz!, esqueci. No meio daquele rolo de cartão passa-não-passa e rede fora do ar (fio solto), eu fiquei tão feliz quando pagamos a nota que simplesmente deixei a bolsa na farmácia. Eu, já sem-jeito de pedir, mas mesmo assim querendo companhia, dei graças a Deus quando SPC se ofereceu pra ir comigo, 10:40 da noite, caminhar um bom pedaço pra voltarmos à farmácia. Ao chegarmos bem perto, só havia uma das várias portas abertas, e, ainda assim, a menos de 1 metro do chão (fecha do teto para baixo). Havia um camarada de calça preta, colete preto e boné preto na porta, “-Um segurança”, eu pensei. Fui pro desenrolo.

“-Boa noite, meu camarada, o senhor trabalha aqui com o pessoal da farmácia?” Resposta: “-Não, olha só, só mais uns 15, 20 minutos.” Hã, como assim, Bial? “-Não, meu senhor, o senhor não deve ter entendido, eu só queria saber se o senhor trabalha aqui com o pessoal da farmácia?” “Ih, trabalho sim.” Porra, guerreiro, o cara vem conversar já preparado pra responder a pergunta: “A farmácia está aberta?”. Pulada essa etapa, ele me pediu prum funcionário, que ainda estava lá dentro, pegar minha bolsa, que havia sido guardada. Quando eu já ‘tava indo embora, ainda tive que ouvir a gracinha do mesmo segurança surdo: “É, se não tomar o Sustagen, não vai ficar forte.” É mole eu ter que aturar um bagulho desse? Ah, vá te catar, seu féladasputa!

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