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A vida imita a arte

Posted by petlenep em janeiro 30, 2005

Já estreiou nos cinemas o filme Entrando Numa Fria Ainda Maior (Meet the Fockers, foto de baixo), com participação do sempre figuraça Dustin Hoffman (Oscar por Kramer Versus Kramer e Rain Man), continuação da comédia rasgada Entrando Numa Fria (Meet the Parents, foto de cima), obra pela qual o ator Robert de Niro (o eterno Don Corleone) recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de melhor ator musical/comédia (2000) e uma indicação ao MTV Movie Awards de Melhor Dupla (com Ben Stiller, o coitado em questão)(2000).

Eu me lembrei de falar desses filmes por três motivos. O primeiro, já escrito, é a estréia da continuação. Segundo, é que esse filme foi exibido recentemente (23/01/05) em Temperatura Máxima e está bem vivo na minha memória. Terceiro, porque tal qual o Greg Focker (Ben Stiller), eu também fui conhecer nesta semana os parentes da minha namorada. Lance de pai e mãe eu já conhecia, eu estou falando de parentes MESMO, a turma, o bonde formado, que se entende por: tios, tias, primos, primas, afilhados, velhos, jovens, crianças, agregados que vão se casando com os tios, as tias… tudo no plural e todos morando juntinhos um do outro. Todo dia era dia de casa cheia, “ôba!”

Esse passo importante, mas definitivamente constrangedor em certos momentos, se deu no Carmo, interior do interior do estado do Rio de Janeiro. Você conhece o Carmo (assim mesmo, no masculino)? Bem eu, até então, também não conhecia. Carmo fica na Região Serrana do estado, depois de Teresópolis, divisa com o estado de Minas Gerais pela cidade de Além Paraíba. Por isso que eu tive de rabiscar antecipadamente que seria o Marcos do BBB5 que sairia, e não o Jean.

Só pra terminar a rabiscada no melhor estilo “ninguém merece”, voltando ontem do Carmo, o ônibus 367 placa LPS 7814, código 99007, que eu peguei vindo da Rodoviária Novo Rio pra Realengo, me quebrou na Av. Brasil. Quebrou é até um eufemismo. O radiador furou (segundo um passageiro-mecânico nos contou depois) e começou a sair fumaça do capô, na parte de dentro mesmo do ônibus. Tinha uma palhaça sentada do meu lado (mulher escandalosa me tira do sério) que foi logo dando alteração: “Ai, meu Deus! É isso mesmo? O ônibus vai explodir? O que que é isso moço?”, num comportamento completamente dispensável num momento de emergência. Nem sei o nome daquele bairro, mas tinha um elevado, tipo uma pontezinha perto e um prédio com letras grandes e vermelhas escrito: TREU, e cercado de favelas numa faixa radial de 360º. Enfim, eu odeio o 367 (no orkut).

Valeu, pessoal, a próxima rabiscada é sobre o paredão do Big Brother e será feita num Linux, em Rio das Ostras. PAZ!

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