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No meio da criançada

Posted by petlenep em janeiro 6, 2005

Filmes quando são feitos para o grande público são conhecidos como “arrasa-quarteirões” ou “cinema-pipoca”, nos quais a maior parte dos espectadores são adolescentes e crianças. Imagine, então, se você já sair de casa predestinado a assistir um filme voltado para esse público? Qual o problema, vocês poderiam me perguntar, de se assistir um filme pra criança? Eu respondo: as crianças em si.

Tá, tá bom, eu admito que pareço um velho resmungão de 87 anos, mas porra (e desbocado também) tem gente que vai pro cinema pra zuar com a galera, atingindo o orgasmo ao gritar o apelido escatológico do amiguinho no silêncio da sala, para gargalhada geral do resto da turminha. E, em menor quantidade, tem gente que vai pro cinema pra ver e ouvir um filme. Vá entender, né? Bom, bola pra frente, eu quero rabiscar sobre os filmes.



Sim, “aos filmes” porque eu e Verônica mandamos 2 na seqüência. O primeiro é esse da foto aí de cima, Meu tio matou um cara, com Darlan Cunha, Lázaro Ramos, Débora Secco e Sophia Reis (filha do Nando Reis). Eu já comecei a rir antes do filme começar. Uma madame na fileira atrás da gente falou: “esse filme é com o Douglas Cunha”. Hahahahaha. Porra, minha senhora, estilo aquele suco do guaravita, né, que é acerola com laranja. Ai, ai. Enfim, o ator Douglas Silva (intérprete do personagem Acerola) não trabalhou neste filme com seu colega Darlan (intérprete do personagem Laranjinha), como em Cidade dos Homens.

O filme é muito bom, muito inteligente, dinâmico, mas foi muito curto. Estilo uma rapindinha. Darlan Cunha arrebentou num papel completamente diferente do que ele fazia (o de garoto de favela do Rio de Janeiro) e, diferentemente do excelente filme O homem que copiava, neste, o diretor e roteista Jorge Furtado permitiu que o ator Lázaro Ramos soltasse sua veia cômica. E a Débora Secco… bem, limito-me a dizer que ela tá batendo um bolão, maravilhosa em cena, completamente dentro do personagem.

Aí, rolou um segundo tempo, com o longa de animação da Disney Os Incríveis. E aí sim, é só entretenimento, só pra distrair a cabeça. Mas é bem feito (o mesmo estúdio de Procurando Nemo e Toy Story), com destaque para as cenas de perseguição em velocidade, fazendo como se você estivesse jogando um video-game numa televisão de 1200 polegadas.



Neste filme, o destaque é como eles abordam o casamento do pensonagem principal (Robert Pear), como se fosse a maior besteira que ele já tivesse feito na vida, deixando-o completamente frustrado e anulado, levando-o a dar várias voltas na mulher. E olha que a mulher dele era elástica, ou seja, poderia moldar a sua (dela) forma para estar sempre filé =)

As fotos desta rabiscada são originalmente do site Adoro Cinema, com o qual eu não tenho ligação comercial nenhuma, mas é a minha melhor fonte em português para filmes. Há um link permanente para este site no meu menu aqui da direita.

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